sábado, 19 de maio de 2012

“Apenas vá e faça!” - Kevin Dedmon 


Kevin Dedmon faz parte da equipe da Igreja Bethel em Redding, California. Seu ministerio envolve capacitar a Igreja ao evangelismo sobrenatural por intermedio de sinais e maravilhas, curas e profecias. Ele é mestre em lideranca de Igrejas pela Vanguard University.

Parte 1 “Apenas vá e faça!” - Kevin Dedmon

Parte 2 “Assumindo uma Cultura de Risco” Banning Liebscher

Ao longo dos anos, ouvi muitos cristãos exigirem que os pastores lhes dessem “alimento sólido”. O que eles pretendem com isso é receber um estudo bíblico criterioso que lhes forneça mais conhecimento. Sem dúvida, devemos aprender as verdades das Escrituras, o que requer uma base de informaçãi. Mas informação (conhecimento) não é “alimento sólido”.

Jesus foi claro em relação a esse ponto: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra” (joao 4:34). Ele prossegue e, no versiculo seguinte, exorta os discípulos a abrir os olhos a fim de ver que os campos estão maduros para a colheira (v. joao 4:35). Assim, fazer a vontade de Deus, ingerir o alimento da Palavra, não é ouvir um professor bíblico, mas cumprir o que o Livro Sagrado diz, em especial o que está relacionado a trabalhar nos campos de colheita.

Tiago resume bem esse ponto em sua epístola quando instrui:

“Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos” (Tiago 1:22).

Esperamos que alguém, diante do muito falar, levante-se e diga: “Vamos fazer!”

A parte mais difícil é tomar a iniciativa. Temos medo. Apenas alguns de nós são, por natureza, pessoas de iniciativa. A maioria de nós, ates, negociaria uma maneira de escapar de fazer algo aparentemente perigoso. Pensamos: “Em vez de sair por aí praticando, por que não começamos mais uma reunião de oração na igreja e oramos por isso? Afinal, a oração é poderosa e eficaz – e muito mais segura”.

Acredito que precisamos decidir de atemão aceitar o risco e seguir em frente e praticar aquilo que, acreditamos, Deus pôs deiante de nós. Certo dia, eu liderava um evento para alcançar pessoas da vizinhança de nossa igreja. Estávamos divididos em duas equipe, indo a varios locais que sentíamos ser “designações divinas”.

Eu estava de pé no meio-fio esperando o outro grupo, quando notei um jovem caminhando pela calçada em minha direção. Conforme ele se aproximava, um pensamento veio a minha mente: “Roger”. “Essa é uma palavra de reconhecimento?”, pensei. Ouvi de novo: “Roger”.

Decidi correr o risco e testar aquela palavra. Quando o jovem atravessou por mim na calçada, eu disse com toda segurança que consegui reunir: - Descupe-me, mas seu nome é Roger? – Eu esperava realmente que esse fosse seu nome, o que levaria a um incrivel encontro divino.

Com um olhar de desdém, ele saiu da calçada embaraçado e disse: “Nãooo!”. Pensei: “Pelo menos, não falei que Deus disse que seu nome era Roger; pelo menos, não difamei o cristianismo. Ele so achou que eu fosse maluco”.

Meu pensamento foi: “Muito obrigado, Deus. Fiz papel de tolo porque assumi um risco com uma palavra de reconhecimento que achei que o Senhor tinha dado”. A resposta que ouvi me chocou: - Kevin, dei-lhe o nome “Roger”.
- O que? O Senhor me deu de proposito o nome errado? – Gritei de volta.
- Sim, fiz isso porque queria ver se você continuaria a assumir o risco mesmo sem ter a informação correta. – O Senhor continuou e disse que não estava tão interessado no sucesso de meu desempenho quanto estava em minha obediencia e coragem de agir, independentemente do resultado.

Sei que, para muitos, essa historia parece excentrica e não quero sugerir que Deus tem o habito de dar falsas palavras de conhecimento para testar nossa determinação. Mas foi uma valiosa lição perceber que, ás vezes, não interpreto de forma acurada o que acho que Deus diz e, algumas vezes, ele pode até mesmo “brincar comigo”, mas, de toda maneira, ele quer que eu saia e aja corajosamente pela fé. É sempre melhor cometer alguns erros do que não fazer nada por timidez.

Não precisamos manter 100% de exatidão para evitar repercusões. Alguns lembram as advertencias do antigo testamento e ficam preocupados em serem chamados de “falsos profetas”. Jesus ideentificou falsos profetas pelo fruto de seu caráter, não pela exatidão de suas palavras (v. Mateus 7:15-20). Um falso profeta também pode ter uma palavra certa, o que, reciprocamente, sugere que um profeta verdadeiro pode ter uma palavra errada. Por isso, ter uma palavra errada não trasforma ninguem automaticamente em falso profeta. Paulo instruiu os coríntios: “Tratando-se de profetas, falem dois ou tres, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito” (1 corintios 14:29). Se osprofetas não pudessem cometer erros, não haveria necessidade de “julgar” suas palavras.

Novamente, Deus esta mais interessado no grau de riscos que assumimos com coração puro para abencoar os individuos a nosa volta do que quando agimos apenas ao ter certeza absoluta do resultado.

Ao interpretar de forma equivocada as advertencias sobre os profetas do Antigo testamento, Muitos se esquivam do risco por medo de ser “apedrejado” por causa de um erro. Isso se aplica a palavras proféticas, testemunho e mais. Há tanto medo em falhar de alguma maneira nos encontros qua Deus proframou para nós que tendemos a ignorar a responsabilidade, em vez de assumir o risco. Mas, sem risco, não há recompensas. “Sem fé é impossivel agradar a Deus” ( hebreus 11:6).

Pontos a Considerar

Você é o tipo de pessoa que naturamente assume riscos? Quer você seja alguem assim por natureza, quer não – ou quem sabe vocÊ assuma riscos ocasionais -, como responder ao encorajamento de Kevin de “apenas vá e faça”?

Qual foi a coisa mais “excentrica” que Deus já pediu para você fazer? Como você lidou com isso?

Meditação

Você conhece a verdade deste versiculo de salmos e acredita nele: “A tua palavra que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” (Salmos 119:105). Considere o fato de que a Palavra de Deus – quer como parte das Escrituras, quer quando o Espirito inspira uma palavra a seu espirito – traz luz para os propoximos passos. Seu trabalho não é  se preocupar com os detalhes, mas apenas mover seus pés, um de cada vez, passo a passo.

Você tende a hesitar no limiar de cumpror a palavra do Senhor?
Converse com Deus sobre isso. Ele esta a espera de uma oportunidade para ter essa conversa com você – para seu proprio beneficil e para o beneficio do Senhor. Ele já esta acendedo as luzes para você.

Kevin Dedmon

Parte 2 Assumindo uma Cultura de RISCO

Banning Liebscher é diretor do Jesus Culture, ministerio dedicado a mobilizar, preparar, estimular e enviar novas gerações de reavivalistas a todo o mundo. Esses reavivalistas estao encontrando Deus, ardendo de paixão por Jesus, sendo treinados e capacitados no reino do sobrenatural e enviados para suas cidades a fim de ministrar em poder. Faz parte da equipe da Igreja Bethel em Redding, California, ha mais de dez anos. Antes de sua posição atual,  Banning foi pastor de Jovens na Igreja Bethel e principal supervisor da School of Supernatural Ministry [Escola do Ministerio Sobrenatural].

"Todos queremos ver milagres, mas muitos poucos querem ser colocados em um lugar de risco onde precisam tê-los. " - Rick Joyner

"Você provavelmente vai descobrir que muitos têm medo de falhar. Esta é uma das principais razões pelas quais muitas pessoas nunca veem o poder de Deus demonstrado em sua vida. Eles são congelados pelo pensamento: "E se eu oro e não acontece nada?" Este medo deve ser superado. Fortalecê-los para conquistar esse medo. Muitas vezes os resultados que estamos buscando estão do outro lado da persistência. - Banning

Maturidade requer experiência. É também verdade que as pessoas freqüentemente aprendem muito mais rápido cometendo erros, então, se queremos amadurecer rapidamente, precisamos abraçar nossos erros como oportunidades. Isso não é para dizer que queremos errar, mas não podemos ter medo demais deles de forma que nos impeça de dar passos de fé. Se tivermos esse medo, nunca faremos nada, e nunca amadureceremos nos dons. - Rick Joyner

Ouvi uma vez que John Wimber orou por 1.000 pessoas, antes que ele viu a sua primeira descoberta na cura. Quanto mais se arriscar e Deus mostra-se em resposta às nossas orações, mais vamos amadurecer em expressar um estilo de vida sobrenatural."

Banning Liebscher